Linchamentos virtuais: o que motiva os atos e a gravidade desse comportamento na sociedade atual
Enviada em 25/11/2020
Como o filme “aos teus olhos” de Carolina Jabor, retrata sobre a difamação de um professor de natação que supostamente assediou um garoto no vestiário. Entretanto, temos que olhar “os dois lados da moeda”, ou seja não acreditar em tudo que se vê e ouve na internet, principalmente pela ocorrências de notícias falsas. Dessa forma, são fatores que contribuem para o problema a falta de informação e / ou pesquisa e também a repercussão da “notícia”.
Em primeiro lugar é válido ressaltar que, nem sempre tudo é o que parece ser, ou seja, antes de “cancelar” alguém precisa-se ter uma contextualização e um por quê que uma pessoa se posiciona de tal maneira ao ponto de cometer equívocos. Segundo o artigo 19º da DUDH (Declaração Universal dos Direitos Humanos), “todo indivíduo tem direito à liberdade de expressão, o que implica não ser inquietada por suas opiniões …” Deve-se sociedade resolver essa problemática para que a possa enxergar que errar é humano e que nem sempre todos vão “gostar” do que deixa ou não de colocar em suas redes sociais.
Em segundo lugar é importante mencionar que, ao decorrer uma história ou notícia ela pode mudar, então nem sempre ela vai ser como era no princípio. De acordo com o psicólogo Leonardo Goldberg “a prática é uma atualização digital de algo que acontece fora desse ambiente na qual há uma reação popular desproporcional”. Precisa-se resolver um problemática, pois ao contrário podemos ter mais pessoas sendo ameaçadas, xingadas ou até pior.
Portanto, para que essa problemática seja solucionado, torna-se importante, portanto, que medidas sejam retiradas, logo cabe ao Ministério público para mídias sociais junto ao ministério da educação monitorar como redes e se para um caso extremo banir da rede do sujeito ou dar avisos, para que não seja mais necessário lixamento e brigas online. Assim, o filme “aos teus olhos” não passa de um filme inspirado no passado que já foi posto a borracha, assim tendo uma sociedade justa e igualitária a todos.