Linchamentos virtuais: o que motiva os atos e a gravidade desse comportamento na sociedade atual

Enviada em 25/11/2020

Em março de 2006, o mundo via uma maneira totalmente revolucionária de se relacionar online, fundava-se a rede social Twitter. A nova rede social vinha com um novo método, através de curtas mensagens, a fim de expressar seu sentimento e pensamento que estava vivenciando de forma aberta e pública. Essa comodidade veio junta de postagens irracionais e equivocadas, surgindo a problemática do linchamentos virtuais e rebuliço entre os usuários da rede.

Sabe -se que, os linchamentos virtuais, se tornou uma prática usada por muitos usuários das redes sociais como forma de liberdade de expressão, o qual quebra em longos passos antigos costumes da sociedade. Temas como racismo, bullying, preconceitos étnicos/religiosos não tem mais graça e não são mais tolerados. Popularmente conhecido entre os jovens como “cultura do cancelamento”, foi eleito o termo do ano em 2019 pelo Dicionário Macquarie, que anualmente elege as palavras e expressões de maior relevância no comportamento do ser humano e da sociedade.

Ademais, os linchamentos virtuais é um tema que já chegou a ser debatido até mesmo pelo ex-presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, “O mundo está uma bagunça, existem ambiguidades”, disse, retratando a notória fragilidade nas redes sociais. Temas polarizados nem sempre possuem um lado certo ou errado, porém, diariamente geram conflitos assuntos como política na internet, um local dito por muitos, erroneamente, como um “lugar sem lei”, trazendo consequências e ameaças gravíssimas em larga escala para os usuários.

Portanto, em um mundo cada vez mais digital e tecnológico, urge a necessidade de plataformas e redes de relacionamento online como Twitter, melhorarem a gestão de seus termos de usuários, controlando e mitigando debates não saudáveis, o que gera consequências como crimes cibernéticos e ameaças graves.