Linchamentos virtuais: o que motiva os atos e a gravidade desse comportamento na sociedade atual

Enviada em 25/11/2020

O filósofo francês Sartre acredita que a forma como as pessoas escolhem deve ser decidida por elas, porque ele será livre e responsável. No entanto, as pessoas pensam que a sociedade é irresponsável pela questão do linchamento virtual. Nesse caso, deve-se destacar que, seja por legislação insuficiente ou falta de compaixão, os atos de violência pela Internet são desafiadores. Sob esse preconceito, isso pode ser visto como um obstáculo para a consolidação da solução, e isso é justamente uma deficiência legislativa, pois os indivíduos que cometem tais agressões não são devidamente punidos, conferindo-lhes maior força. Segundo Pierre Bourdieu, o que foi criado como instrumento de democracia nunca deve se transformar em mecanismo de opressão. Nessa perspectiva, percebe-se que a mídia não promoveu o debate para melhorar o nível de informação das pessoas, mas afetou a consolidação do problema. Outro ponto relacionado neste tópico é que falta compaixão às pessoas em um ambiente virtual porque elas atacam pessoas e realizam ataques verbais. Sob essa lógica, o imperativo absoluto de Immanuel Kant argumenta que os indivíduos só devem agir de acordo com as máximas que ele deseja ver na lei universal. Porém, no que se refere à questão do linchamento virtual, há uma lacuna no exercício da obrigação moral de reclamar. Portanto, com o apoio de organizações não governamentais, os especialistas da área também devem agir para reverter a influência negativa da má mídia na agressão verbal e moral nas redes sociais para obter justiça. Tais ações devem ser realizadas nas redes sociais, por meio da realização de vídeos para alertar sobre a real situação do problema e compará-la com relatos de pessoas que realmente encontraram o problema. Você também pode criar uma «tag» para identificar as atividades e ganhar maior visibilidade para informar o público sobre as consequências do problema. Então, pode ser possível construir um país do qual o pensador Kant possa se orgulhar.