Linchamentos virtuais: o que motiva os atos e a gravidade desse comportamento na sociedade atual
Enviada em 25/11/2020
Linchamentos virtuais e a ausência da presunsão de inocência
Linchamentos existem dês de que o homem é homem, na inquisição, por exemplo, em que queimavam mulheres por, muitas vezes, boatos. É sem dúvida importante o boicote de empresas problemática e de conteúdo por pessoas que fizeram algo de errado, o problema é saber se o que nos é dito é verdade.
Com a popularização da internet, criar esses boatos nunca foi tão fácil. Com o anonimato e a constante omissão e distorção até nos grandes veículos, confirmar a veracidade de informações é quase impossível, já que dependemos de jornalistas e anônimos para isso enquanto, em alguns casos, a verdade mais apurada está sob sigilo policial.
Deixando de lado a questão da inexistente presunção de inocência, ainda graças a internet, alguns linchamentos virtuais são um tanto exagerados, todo mês surge um “cancelamento” bobo de Twitter, talvez para personificar um problema, talvez para se sentir a fazer uma mudança, mas, sem dúvida, esse tipo de comportamento é em sua esmagadora maioria das vezes tóxico e desnecessário, o que infelizmente acaba também pesando contra a credibilidade de boicotes necessários á pessoas que realmente cometeram crimes.
Sendo assim, a única solução possível é cabida ao telespectador, que deve sempre questionar toda informação publicada pela sua veracidade e, caso necessário, realizar um boicote, sem nunca atacar indivíduos, mas suas ações e confiar as autoridades competentes a confirmação e execução de qualquer pena. a fim de garantir a segurança e exerção dos direitos do acusado. Em vez da pena de morte dos tempos medievais, hoje temos assassinato de reputação e a dúvida de quem tem a verdade.