Linchamentos virtuais: o que motiva os atos e a gravidade desse comportamento na sociedade atual
Enviada em 25/11/2020
Uma maior integração de pessoas ao redor do mundo aumentou no ano de 2004, com aparecimento da rede Facebook. Anos seguintes, outras mídias como o Instagram e Twitter também começaram a disseminar uma maior conexão populacional, ampliando a forma de se expressar, por meio de postagens. No entanto, muitos usuários excederam da liberdade de expressão, publicando opiniões desrespeitosas e intensificando problemas psicológicos nos usuários. “As pessoas gostam do ideal de liberdade de expressão até o momento em que começam a ouvir aquilo que elas não gostariam que dissessem a respeito delas” - Augusto Branco. A facilidade de usar tais meios tecnológico, faz com que muitas pessoas abusem do direito de se expressar, não fazendo uma decisão racional ao divulgar algo que possa ofender outras, criando uma ambiguidade da função da rede, que ao invés de integrar acaba desunindo. Na série britânica, Black Mirror, é retratado a necessidade de interagir em suas redes a todo momento, em troca de mais curtidas. Desta forma, pode-se refletir na sociedade atual, como um exagero em busca de reconhecimento, o que torna consecutivo post polêmicos e que geram o desrespeito e revoltas dos internautas, quando sucede frequentemente na vida de quem sofre tal conjuntura diária, meios nocivos são desencadeados como ansiedade e depressão. Portanto, percebe-se que o linchamento virtual provoca alterações no comportamento social, por meio disso, faz necessário que planos de saúde como o SUS busquem integrar em maior número profissionais da área psicológica, para que eventuais danos à saúde mental não ocorra, proporcionando uma maior empatia dentro dos fóruns tecnológicos.