Linchamentos virtuais: o que motiva os atos e a gravidade desse comportamento na sociedade atual
Enviada em 21/05/2021
“Devemos ter amigos que nos ensinam o bem; e perversos e cruéis inimigos, que nos impeça de praticar o mal.”. Nessa frase do filósofo Diógenes, podemos entender a representação do lichamento virtual que nos acomete nas décadas da era digital. Os dois lados da situação podem ser retratados como aquele que prática o erro e o inimigo, que na maioria é um perfil anônimo da rede social.
Em primeira instância, é importante a compreensão do erro em sua originalidade, ou seja, entendido que o erro é o efeito de erro. Quando um indivíduo erra ou descumpre seus deveres, ele deve ser corrigido de forma com que a situação não se repita. Por exemplo, quando um cidadão comete um crime de injúria racial é de responsabilidade do Tribunal de Justiça prestar reclusão de 1 a 6 meses ou multa de acordo com o Código Penal, em seu artigo 140.
Por outro lado, em âmbito virtual os responsáveis pela correção do erro dos obrigados a comportar-se como inimigos e não se importar em fazer justiça. As pessoas que acabam recebendo esse lichamento virtual são afetadas em áreas distintas, não somente em sua vida pessoal para a internet e da visão das câmeras, mas o modo que é retratada e como se comporta em meio social é totalmente difamado pelas mídias.
Tendo isso em vista, as redes sociais devem aumentar a rigidez nos sistemas de denúncia, e fazer com que os usuários de seus serviços possam discernir suas acusações. É importante também que os jovens saibam, através de campanhas sociais, respeitando o espaço individual e privativo de cada um, ou cada perfil.