Linchamentos virtuais: o que motiva os atos e a gravidade desse comportamento na sociedade atual
Enviada em 22/05/2021
Além das notícias falsas, as redes sociais são bem pródigas em oferecer coisa: linchamentos virtuais. Como o rastilho de pólvora que se consome num feixe de luz, vídeos e imagens correm o mundo e, em questão de minutos, pessoas comuns ou famosas têm a vida exposta, atacada, arruinada.
A constituição penal de 1988, no artigo 5º assegura a liberdade que apresentem a sua identidade e que não estejam em anonimato e protegendo dentre outros como calúnia, difamação e injúria, mas os jacobinos da internet tratam este código penal como fosse nada que a internet e uma “terra sem lei”. A motivação que levar o cancelamento e justamente pela falta de informação ou letramento digital, se a pessoa não tiver um senso crítico da tecnologia, logo não terá como avaliar a fonte da informação se tornando-se um potencial linchador ou um linchado.
Com toda essa antipatia medidas contra devem ser tomadas, cabe a Secretaria de Segurança Pública ampliar as delegacias especializadas em ataques cibernéticos como os estados de São Paulo e do Paraná. É junto com o Ministério da Saúde promover ações como, “você importa” para diminuir a quantidade de suicídios promovidos pelos linchamentos e ataques de ódio. Promover em escolas, palestras e discursos para as crianças e os adolescentes, logo eles que são uma boa parte de usuários da internet. Assim diminuindo a motivação e os comentários maldosos nas redes sociais.