Linchamentos virtuais: o que motiva os atos e a gravidade desse comportamento na sociedade atual

Enviada em 23/05/2021

A constituição federal de 1988, documento jurídico mais importante de um país, prevê em seu artigo 6 o direito a segurança, liberdade de expressão entre putros como inerente a todo cidadão Brasileiro. Conquanto, tal prerrogativa não tem se reveberado com ênfase ná prática quando se observa o aumento no numero de linchamntos virtuais, ou cnacelamentos como são mais conhecidos, dificultando desse modo  a universalização desse direito tão importante. Diante dessa perspectiva, faz-se necessário a análise dos fatores que favorecem esse quadro.

Em uma primeira análise deve-se ressaltar a ausência de medidas governamentais para combater o cancelamento virtual. Nesse sentido muitas pessoas sofrem com o cancelamento por simples falas que não são antendidas da maneira correta. Essa conjura, segundo as ideias do filósofo contratualista john locke, configura-se como uma violação do “contrato social” , já que o estado não cumpre sua função de garantir que os cidadãos desfrutem de direitos indispensaveis, o que infelizmente é evidente no país.

Ademais, é fundamental apontar as mídias socias como impulssionador desses cancelamentos que vem ocorrendo frequentemente e cada dia mais no Brasil e no mundo. Segundo A pesquisa de De Souza, baseada em 2.028 casos de linchamento, materializou-se no livro “Linchamentos - A justiça popular no Brasil”. Diante de tal exposto é necessario que medidas sejam tomadas o mais rápido possivel para que pessoas parem de ser canceladas e que sofram tanto. Logo é inadimissível que esse necessário continue a perdurar.

Depreende-se, portanto, a necessidade de se combater esses obstáculos. para isso é inadímissivel que o governo e as próprias mídias sociais, por entermédio de acabar com esses cancelamento, pessoas são má enterpretadas e forem cada dia mais por esses cancelamentos. Assim se consolidará , uma sociedade melhor. Onde o estado desempenha corretamente seu “contrato social” tal como afirma john locke.