Linchamentos virtuais: o que motiva os atos e a gravidade desse comportamento na sociedade atual
Enviada em 24/05/2021
Como todo início de ano, ocorreu o BBB, um dos maiores programas de todo o mundo, que conta com uma divulgação até mesmo internacional, pegando e trazendo até mesmo pontos importantes e pessoas na qual nos identificamos, e neste ano foi chamada a cantora de pop brasileira Karol Conká, na qual era adorada por todos, e saiu totalmente rejeitada, mostrado em sua votação, seus erros foram claros e evidentes, fazendo na qual muitas pessoas ficassem furiosas e quererem fazer “justiça”.
Na nossa sociedade atual, é muito comum crescermos sabendo mexer em um celular, e termos a noção do que é e exemplos de redes sociais e como utilizarmos tais, e quando começamos a mexer seja em qual for, temos noção de que o que mais precisamos ter é cuidado e principalmente noção daquilo que iremos escrever virtualmente, ás vezes termos até medo de escrever algo, e as pessoas pensarem errado, lógico que sabemos o que estamos escrevendo, mas o pavor da consequência é maior. Quando se temos internet, temos direito do conhecimento, o que está acontecendo, e principalmente sabermos o certo e o errado, mas existem pessoas que infelizmente mesmo tendo acesso a web, não querem saber sobre pois não as interessa, e acaba tomando atitudes erradas, podendo passar sobre um grande julgamento alheio na internet utilizando o bullying, pensamentos antigos que não são mais os mesmo e até mesmo informações pessoais, tudo isso para lhe humilhar e se sentir um péssimo ser humano pelo erro que cometeu, como se fosse ajudar, mas na verdade apenas aumenta o ego e até mesmo felicidade da outra pessoa que está do outro lado da tela rindo de suas lágrimas caídas, seu erro é claro, e bem feio, e suas desculpas podem até ser sinceras, mas nunca será esquecido ou apagado dependendo de tais pessoas.
Nosso pensamento é claro, aquela pessoa tem que ser castigada, mesmo a lei sendo falha, ela está aí para isso e ela é clara, temos que lutar e defender nossos direitos e gritarmos para ela funcionar, mas ás vezes o nosso julgamento é melhor que a justiça não é mesmo? Nós nunca erramos.