Linchamentos virtuais: o que motiva os atos e a gravidade desse comportamento na sociedade atual

Enviada em 18/05/2021

Linchamento virtual

Nos dias de hoje, cada vez mais as pessoas vem usando a internet, e com isso muitas das vezes surgem aqueles que se acham “justiceiros”, os quais ficam de olho em todos os acontecimentos na internet, para assim que aparecer algo que pareça errado, nem que seja só um pouco, eles irem falar que tal ação foi totalmente errada e começam o que chamam de “cancelamento”, ou seja, eles começam a cancelar a pessoa que disse tal coisa ou fez tal ação e muitas das vezes eles nem pesquisam mais a fundo sobre o motivo.

Muitas das vezes esse tipo de ação ocorre por que, principalmente jovens e crianças, criam contas em redes sociais e geralmente usam um nome diferente e esconde seu rosto nas fotos de perfil, pois assim eles sentem que conseguem falar o que quiserem na internet, já que ninguém saberia quem eles são, então por sentir que podem fazer o que quiserem, eles começam a buscar pequenos problemas ou grandes problemas que acontecem na internet e fazem um grande caso sobre e mesmo se não tiver sido um grande caso.

Uma pesquisadora da Unicamp Karen Tank Mercuri Macedo explica, “O linchamento virtual também é real. A pessoa atacada tem família, vida social, não é só um avatar”, ou seja, mesma que as pessoas estejam através de uma tela com um avatar qualquer, não quer dizer que eles não são pessoas, mesmo que estejam através de avatares, eles continuam tendo sentimentos, e palavras machucam, mesmo que sejam através da internet.

Note que são necessários algumas mudanças para evitar esse tipo de problema, por isso é proposto que os pais das crianças que ficam o dia todo na internet começam a estipular um pouco mais o tempo de uso de celular ou computar e outros eletrônicos dentro e fora de casa, para que assim elas fiquem menos tempo na internet, fazendo que assim elas não fiquem o dia todo falando mal dos outros, além de os pais das crianças também comessem a olhar o tipo de pessoas com quem seus filhos conversem, para evitar que os filhos sejam linchados ou acabem em problemas.