Linchamentos virtuais: o que motiva os atos e a gravidade desse comportamento na sociedade atual
Enviada em 21/05/2021
A globalização é um fenômeno no qual os processos ocorrem em escala mundial, de forma que proporcione através de avanços tecnológicos uma maior facilidade nas ferramentas comunicativas, isto é, pela internet, os indivíduos se comunicam de maneira instantânea. Embora isso tenha beneficiado as pessoas, dando-lhes a possibilidade de acesso a inúmeras informações a todo momento, por outro lado, os ataques virtuais advindos da comunidade cibernética é uma problemática, que causam desconforto e, até mesmo, problemas psicológicos.
Em 2021, a youtuber Viih Tube, após ser convidada para participar no reality show do Big Brother Brasil (BBB), o caso que ocorreu em meados de 2016, em que ela, que na época tinha 16 anos, postou um vídeo em suas redes sociais em que estava cuspindo na boca do seu gato. Como previsto, o ato não foi bem recebido pela internet e, então houveram diversos ataques virtuais e, inclusive, ameaças de morte a adolescente. Por meio de um tuíte, ela pediu desculpas e reconheceu o erro. No vídeo recente, após divulgação dos participantes, ela revela que também foi agredida na rua por um homem, mostrando assim que, os ataques ultrapassaram os limites da barreira do mundo virtual.
Além disso, muitos acreditam que a internet é uma “terra sem lei” e, por isso, postam discurso de ódio em suas redes sociais imaginando que ficarão impunes de seus atos, ou que as pessoas atacadas não serão atingidas emocionalmente. E todo esse ódio descontrolado pode gerar sérios distúrbios psicológicos, como relatado pela youtuber.
Portanto, é necessário enfatizar as consequências das ações provenientes dos ataques cibernéticos. Sendo assim, é preciso por parte dos representantes das mídias sociais reforçar as políticas de uso e segurança das redes, com a finalidade de proteger a integridade dos usuários. Por conseguinte, o Governo deve fortificar as leis já vigentes de segurança no mundo virtual, em prol da segurança das vítimas e penalização dos infratores. Dessa forma será possível mitigar esses problemas, ressaltando que a internet não é uma “terra sem lei”.