Linchamentos virtuais: o que motiva os atos e a gravidade desse comportamento na sociedade atual

Enviada em 23/05/2021

Garantido após a Ditadura Militar, o direito da liberdade de expressão foi um princípio contra a censura. A constituição penal de 1988, no artigo 5º assegura a liberdade que apresentem a sua identidade e que não estejam em anonimato e protegendo dentre outros como calúnia, difamação e injúria, porém com o avanços tecnologicos cada vez mais usuarios tratam esse código com insignificancia e assim a rede vira uma “terra sem leis” onde tudo acaba exposto. Claro, a liberdade de expressão sempre sera um direito mas o abuso dela passou dos limites faz tempo.

Como pode-se esperar dessa exposição em massa, a intolerancia e discursos de ódio acabam facilmente correlacionados com uma simples narração contraditória, mesmo que sem intenção, à vista de alguém, que acaba por iniciar uma linchação em massa contra alguém sem nenhuma intenção negativa, maior parte do tempo. A motivação que leva ao “cancelamento” é justamente pela falta de informação, se a pessoa não tiver um senso crítico da tecnologia, logo não terá como avaliar a fonte da informação se tornando-se um potencial linchador ou um linchado, a violência utilizada acaba que por cortar a vontade de quem foi linchado de entender o que fez de errado e melhorar e, também, pode acabar por causas danos irreversiveis ao mesmo como depressão ou perda do emprego em certos casos, causando a quebra da constituição penal antes citada.

Com toda essa antipatia de “Quem dentre vós não tiver pecado, atire a primeira pedra!"-Jó8,1-11. mesmo tendo pecado, muitos casos de linchamentos virtuais acabam que ignorados ou até neglicenciados por ter começado com o erro de alguém. Medidas devem ser tomadas, promover ações como ,talvez, derivados do setembro amarelo para diminuir a quantidade de suicídios promovidos pelos linchamentos e ataques de ódio. Promover palestras e discursos em escolas para as crianças e os adolescentes, logo eles que são uma boa parte de usuários da internet. Assim diminuindo a motivação e os comentários maldosos nas redes sociais, aumentando a empatia e a calma de explicar o erro do outro invés de “jogar pedras” no “pecador”. Também pode-se implementar uma maior proteção para crimes cibernéticos como esses, dando mais suporte e ajuda para as vítimas.