Linchamentos virtuais: o que motiva os atos e a gravidade desse comportamento na sociedade atual
Enviada em 16/08/2021
A liberdade de expressão é o credo da constituição histórica contra a censura às ditaduras militares, mas os avanços tecnológicos dificultaram a defesa da expressão hostil e formaram um falso grupo pacifista na Constituição brasileira. As balas causam danos físicos às pessoas, mas a dor psicológica pode trazer consequências mais sérias.
O artigo 5 do Código Penal de 1988 garante a proteção de suas identidades, e que não estejam em modo anônimo defendendo ideias como calúnia, difamação e injúria, mas os jacobinos da Internet consideram este código penal inútil transformando a Internet em “terras sem lei”. A motivação para a rejeição está relacionada à falta de informações ou recursos digitais. Se uma pessoa não tiver um senso crítico da tecnologia e não puder avaliar a fonte da informação, ela se tornará um possível alvo de linchamento ou um linchador em potencial.
A injustiça e o desejo de fazer algo por ela levaram ao abuso físico, como aconteceu depois que a dona de casa Fabian Maria de Jesus foi descoberta e acusada de sequestro e magia negra, e rumores se espalharam pela internet. Ao testemunhar contra o perjúrio de um morador local que foi espancado até a morte, determinou-se que a denúncia feita pela polícia do Rio de Janeiro em 2012 não tinha relação com os boatos. “Quem dentre vós não tiver pecado, atire a primeira pedra!” - Jó 8,1-11. Portanto, Por causa de todas essas aversões, uma ação deve ser tomada. A Secretaria da Segurança Pública deve ampliar as delegacias especializadas em ataques cibernéticos, por exemplo, nos estados de São Paulo e Paraná. Junto ao Ministério da Saúde para promover atividades como “Você é importante” para reduzir o número de suicídios por linchamentos e ataques de ódio. Promover palestras e apresentações para crianças e jovens nas escolas, tornando-os uma parte importante da Internet. Isso vai reduzir a motivação e comentários desagradáveis nas redes sociais.