Linchamentos virtuais: o que motiva os atos e a gravidade desse comportamento na sociedade atual
Enviada em 15/09/2021
O julgamento desnecessário é antigo, antes de Cristo já existia. Com a evolução das tecnologias e principalmente da sociedade, cada postagem feita por alguém deve ser comentada, compartilhada, julgada e assim sucessivamente. Os linchamentos virtuais vêm aumentando a cada dia e destruindo a vida de quem está sendo oprimido. Muitas vazes o opressor é um desconhecido que sem se colocar no lugar da pessoa a menospreza.
Certa vez uma mulher famosa chamada Aline foi deixada no altar e por isso decidiu casar-se consigo mesma. Isso gerou muitos comentários desagradáveis para ela nas redes sociais. E com isso entrou em uma depressão que mais tarde levou-a ao suicídio. Aline não é a única pessoa que se suicidou por causa de comentarios alheios, muitos jovens infelizmente já se mataram por esse motivo.
Uma das coisas que motiva alguém a linchar o outro é a necessidade que a pessoa sente em por a culpa de um desvio social em alguém, e quando uma pessoa comete esse desvio a sociedade a culpa como se fosse a única pessoa que fizesse isso no mundo.
Algo que contribui também para essa prática é o ensinamento que as pessoas recebem quando crianças. Elas são ensinadas a seguir as práticas e culturas que aprendem em casa e na escola. Sendo assim, na maioria das vezes a pessoa não consegue enxergar o lado do outro, pois o egocentrismos está em sua vida desde sempre.
Para que os linchamentos virtuais possam diminuir é preciso que as escolas ensinem sobre o poder que as redes sociais podem exercer sobre a sociedade. Também seria de extrema importância que os pais ensinacem seus filhos a terem cuidado com o que postam nas redes sociais e a respeitarem o que os outros postam. Outra solução para esse problema seria que o Governo Federal criasse um aplicativo que estivesse vinculado com todas as redes sociais, esse seria capaz de dizer se a informação em algum post é real ou não. Assim, muitas pessoas deixariam de compartilhar coisas que não são reais.