Linchamentos virtuais: o que motiva os atos e a gravidade desse comportamento na sociedade atual

Enviada em 14/11/2021

Segundo o sociólogo Max weber, a ação do indivíduo tem como sua atividade os demais.  A ascenção da internet juntamente com o uso exarcebado das redes sociais acarretou em um novo senso de democratização de justiça online. Os usuários decidem o que é certo ou não e definiram uma nova relação de poder. Umas das consequências desse processo é o linchamento virtual motivado pricipalmente por ser feito pela internet encorajando os agressores.

“O ser humano é educado para repetir ações da maioria” é o que os estudos de Weber demonstram. O nazismo por exemplo, um movimento que matou milhares de inocentes mas que teve muitos adeptos por acreditarem estar fazendoo certo influenciados pela maioria e o linchamento virtual segue a mesma linha de raciocínio. O compartilhamento sem identificar a veracidade de vídeos editados  e imagens alteradas justamente para envergonhar e humilhar pessoas.

Além disso, por estar em frente ao computador a violência virtual se torna recorrente já que não é preciso olhar na cara das vítimas e é mais fácil humilhar e ofender as pessoas , que não são vistas como humana já que todo processo é feito online. A gravidade se dá justamente por isso: a vitima não terá noção de onde veio, como surgiu e o motivo de tanto ódio destilado por desconhecidos.

Diante disso, fica claro que medidas sejam tomadas para sanar esse comportamento social. A penalização para o linchamento virtual deve ser tonar mais rigorosa mas para isso é preciso identificar os agressores. Usar os algoritimos das redes sociais para programar bots para analisar a veracidade de informações compatilhados sobre o perfil de pessoas que estejam sendo ofendidas massivamente. Após isso, identificar o perfil do criador do contéudo por seus email de usuário procurar informações sobre sua localização e outras contas usadas para propagar o ódio online. E por fim, começar a punir os agressores sejam por multas, trabalhos comunitários. O importante é não ficarem impunes.