Linchamentos virtuais: o que motiva os atos e a gravidade desse comportamento na sociedade atual
Enviada em 19/08/2022
Em 2021, a Karol Conka, cantora e artista brasileira, participou do reality show Big Brother Brasil, exposta todos os dias na televisão aberta, após sua saída do BBB, sofreu com mensagens de ódio e ameças de morte. De forma análoga a isso, observamos os linchamentos virtuais na sociedade atual. Neste prisma, destacam-se dois aspectos importantes: As consequências desses ataques e a falta de punição desses crimes cibernéticos.
Em primeira análise, eveidencia-se o que ocorre com as vítimas dessas agressões virtuais. Sob essa otíca ressalta-se o caso da Alicia Ann Lynch, jovem estadunidense, que após publicar uma foto com uma piada, teve que se trancar em casa e até foi despedida do seu emprego. Desta forma, olhando para esse caso, e para dezenas de outros, observamos como esse acontecimento interfere na vida das vítimas deste.
Além disso, é notório a falta de fiscalização do que acontece no meio virtual. Desse modo, pode-se citar a Demi Lovato, compositora e cantora, que sofre desde sua adolescência com “haters”, e mesmo com recursos suficientes não consegue justiça. Consoante a isso, é claro que a internet sempre se modifica e os antigos códigos penais não abrangem essas violências.
Portanto, são necessárias medidas para ampliar nossos artigos para abranger essas violações virtuais e proteger as pessoas destas destilações de ódio comunitário que afetam a saúde mental de quem recebe estes. Desta maneira, cabe ao Poder Judiciário elaborar emendas nas leis já existentes, por meio de assembléias nas Cãmaras dos Senadores a fim de proteger os usúarios das redes, de forma geral, pois todos estão sucetiveis a cometer erros. Somente assim, não teriamos mais casos como o da Karol Conka, que posteriormente até virou um documentário da Globoplay: “A vida depois do tombo”, mostrando sua longa recuperação após o caos que se tornou sua vida pública.