Lixo e cidadania: “Pensar globalmente, agir localmente”.
Enviada em 25/03/2020
O documentário “historia das coisas” discute sobre o uso exagerado de bens materiais. Essa obra está estruturada em torno do acumulo de lixo, problema de difícil resolução na sociedade, devido, principalmente, à falta de consciência sustentável, acarretando por sua vez, resíduos espalhados sobre o meio ambiente e comprometendo a saúde da população e habitat de animais de origem. faz-se mister avaliar a apatia social, bem como gerenciamento de rejeitos sólidos para melhor entender essa mixórdia.
Em primeira análise, com o advento do modo capitalista a sociedade vem priorizando produtos e mercados em detrimento de valores humanos essenciais. Em conformidade a esse evento ocorrido, modos de consumo se intensificam progressivamente, na qual cenários como intensificação do acumulo de lixo decorrente a esse desenvolvimento é presente na sociedade, a qual processos como acúmulos de insetos consequente a esse evento pertinente do mal descarte de resíduos, compromete a saúde local da população. Nessa perspectivas, medidas governamentais estratégicas para a conscientização da população sobre os corretos descartes de lixo é de suma importância para o meio ambiente e a saúde da sociedade.
Em segunda análise, a intensificação dos descartes não consciente comprometem o bem-estar da vida no meio ambiente. Em consonância, segundo dados da Organização das Nações Unidas (ONU), cerca de 100 mil animais marinhos morrem de decorrência do lixo por ano. Em decorrência desse exposto, as massivas complicações decorrente a esse impacto, impõe que, a ausência de conscientização agrava ainda mais a vida no seu habitat natural. A partir disso, é importante salientar a teoria do principio da responsabilidade, desenvolvida pelo filósofo Hans Jonas, o qual afirma que os homens devem atuar de forma que os efeitos de suas ações sejam compatíveis com a permanência da vida humana. Em suma, fica evidente que os cidadãos devem agir de encontro a teoria de Jonas com intuito de amenizar tal embrolho na sociedade.
Em síntese, medidas devem ser efetivadas a fim de conter impactos causados. Destarte, urge o Ministério da Educação e Cultura (MEC) crie, por meio governamentais, projetos de publicidade expondo a forma consciente do descarte de lixo, com intuito que insumos não fiquem espalhados, podendo ocorrer focos de insetos e comprometimento da saúde local. Cabe, também, ao Poder Legislativo, um dos órgãos responsáveis pela fiscalização, o acompanhamento das coletas de lixo na comunidade, com intuito que direitos ao saneamento básicos sejam compridos na sociedade. Feito isso, complicações decorrente do mal descarte de lixo não será mais um problema.