Lixo e cidadania: “Pensar globalmente, agir localmente”.
Enviada em 26/07/2020
No curta-metragem “Wake up call”, de Steve Cutts, o lixo em massa forma montanhas sobre o mundo. Fora dos limites ficcionais, a animação apresenta futuros inconvenientes que o acúmulo de objetos sem utilidade pode ocasionar. Tal situação se agrava, sobretudo, devido ao descarte de produtos para a obtenção de novos e ao despejamento inadequado deles.
Em primeira análise, é verossímil levar em consideração a preferência pela obtenção de artigos novos. Isso ocorre, pois, demasiados indivíduos são influenciados ao consumismo, por meio de propagandas em aparelhos digitais. Consequentemente, estão sempre poluindo o meio ambiente ao jogar fora artefatos velhos para adquirir lançamentos. Essa noção é disseminada pela obra cinematográfica em conferência, onde os cidadãos estão sempre sendo persuadidos a trocar de celular.
Em segunda análise, é plausível ressaltar a finalidade imprópria de itens desnecessários. Isso é um problema, porque inúmeras vezes esses detritos são evacuados em lugares inaptos, como em rios e mares. Como consequência, poluem o planeta e matam os animais marinhos. Essa questão pode ser comprovada pela Grande Porção de Lixo do Pacífico, um depósito de resíduos plásticos a flutuar no oceano.
Dessa forma, fica evidente o quão prejudicial o lixo está tornando-se. É necessária, portanto, uma ação da mídia - como difusora de informações - deve influenciar as pessoas a serem minimalista, por meio de informativos sobre adquirir semente utensílios essenciais, com a finalidade de diminuir a proporção de descartáveis. Além disso, o Poder Legislativo, deve elaborar uma lei que incremente, onde for possível, o uso de materiais biodegradáveis, para que seja possível diminuir danos ambientais. Somadas essas mediadas será viável abolir, em parte, a problemática.