Lixo e cidadania: “Pensar globalmente, agir localmente”.
Enviada em 11/12/2020
Muito antes do tempo Feudal, o homem já produzia lixo no mundo, mostrando que é um problema com raizes profundas. Dando prezuízos a longo prazo ao planeta e seus habitantes. Surgindo a necessidade de diminuir as concequências geradas, como: O lixo digital e o tratamento inadequado do lixo doméstico.
Atualmente, a produção de materiais eletrônicos vem crescendo em todo o mundo, porém seu descarte apropriado é pouco conhecido e ultilizado. No Brasil, por exemplo, é “comum” observar pontos de coletas em São Paulo, entretando, nas outras regiões como: Nordeste e Norte, é raro obter tais pontos. Insentivando aos cidadãos a jogarem seus produtos tecnológi-cos no lixo comum.
Sendo assim, não só a falta de oportunidade, mas também de costume da população de separar o lixo doméstico por material ( plástico, papel, aluminio e orgânicos) no Brasil dificulta a reciclagem. No docúmentario “Ilha das Flores”, nota-se que duante o curta que a ilha se tornou um terreno baldio, mesmo tendo moradores. Trazendo consequências as pessoas, expostas ao lixo e bacterias, e a terra, contaminada pelos degetos.
Dessa maneira, fica evidente a urgência de solucionar cada problema apontado no texto. Portanto, cabe ao Minitério da Saúde aumentar os pontos de coletas do lixo digital em parceria com empresas de reciclagens em todo o país, bem como, incentivar a população de separar e descartar seus lixos, por meio de propagandas nas redes sociais, em TVs e em rádios. Por fim, as prefeituras devem fiscalizar mais as empresas contratadas para coleta e descate do lixo da cidade. Para que assim, o número de irregulridades diminuam e Brasil se torne mais limpo, dando bom exemplo ao mundo.