Lixo e cidadania: “Pensar globalmente, agir localmente”.

Enviada em 26/02/2021

Lixo e o Meio Ambiente

De acordo com o filósofo francês Jean-Paul Sartre, o ser humano que escolhe o seu modo de agir, pois este é livre e responsável. Todavia, percebe-se a falta de responsabilidade do povo no que se relaciona à questão da natureza. Dessa forma, observa-se que a abundante produção de lixo espelha um cenário desafiador na preservação do meio ambiente. Sob essa perspectiva, é possível apontar como um impedimento à estabilização de uma resolução, a maneira incorreta do descarte de lixo. Segundo Bourdieu, o que foi criado para ser instrumento de democracia não deve ser transformado em mecanismo de repressão. Nesse sentido, pode-se observar que a imprensa, ao invés vez de promover discussões que aumentem o nível de informação da sociedade, influencia na consolidação do problema.

Além disso, a não preservação da natureza se encontra na falta de empatia. “Modernidade Líquida”, uma obra criada por Zygmunt Bauman, defende que a pós-modernidade é bastante influenciada pelo individualismo. Por conta disso, há, como consequência o egoísmo, pois, para conseguir se posicionar no lugar do outro, é necessário deixar de olhar apenas para si. Essa liquidez que atua sobre a questão do lixo no meio ambiente funciona como um grande obstáculo para sua solução.

Por tudo isso, precisa-se de uma intervenção pontual no problema. Assim, especialistas no assunto devem desenvolver ações que revertam a má influência midiática sobre o descarte de lixo no meio ambiente. Tais ações devem ocorrer nas mídias sociais, por meio da produção de vídeos ou fotos que alertem sobre as verdadeiras situações da questão. É possível, também, que o governo crie mais espaços especializados para o descarte correto dos lixos, onde será possível fazer a reciclagem. Dessa maneira, as consequências geradas por tal questão teriam um impacto muito menor.