Lixo e cidadania: “Pensar globalmente, agir localmente”.

Enviada em 26/02/2021

Com o início da Revolução Industrial o consumo aumentou de uma forma inimaginável e, consequentemente, foi um dos principais fatores da grande quantidade de lixo produzido ao longo do tempo. Dessa forma, há  a necessidade das grandes organizações intervirem e garantirem um ecossistema  mais equilibrado e salubre.

É deplorável que após tanta evolução (científica, tecnológica…) não tenha sido o suficiente para conseguir lidar com tais situações. As formas de descarte do lixo são firmadas, basicamente em, aterros sanitários e lixões, que são formas extremamente arriscadas e inconsistentes de descarte, podendo assim, acarretar diversos problemas ambientais. Em vista disso, as “atitudes” mais benéficas de se livrar do lixo são a coleta seletiva e a reciclagem, que inclusive tornam-se dever da própria população, porém que, nesse caso, os lixos organicos não são incluídos.

Portanto, é indiscutível que tanto os cidadãos quanto os governos não podem ignorar o atual estado que o planeta se encontra. por conseguinte, talvez o simples ato de evitar poluir o meio ambiente seja o suficiente para conscientizar outras pessoas a fazerem o mesmo.