Lixo e cidadania: “Pensar globalmente, agir localmente”.

Enviada em 27/02/2021

Com a Revolução Industrial que ocorreu na Europa nos séculos XVIII e XIX a maneira de se consumir mudou totalmente o que antes vinha grande parte de matérias orgânicas começou a se tornar industrial com isso surgiu um grande problema: a grande quantidade de lixo que era gerada, um problema presente que só cresceu junto com a industrialização.

Podemos ver no filme WALL-E de 2008 produzido pela Pixar Animation Studios um futuro distópico onde o planeta Terra está completamente inabitável pelo efeito causa aos danos causados ao meio ambiente devido á exploração, consumo excessivo e a falta de reciclagem e cada vez mais estamos um passo mais perto dessa realidade.

No Brasil a situação com o lixo e a reciclagem não é das melhores segundo o Fundo Mundial para a Natureza (WWF), o Brasil é o quarto país no mundo que mais produz lixo. São 11.355.220 toneladas e apenas 1,28% de reciclagem, diariamente, cerca de 265 mil toneladas de lixo (dado referente ao ano de 2019). Sendo que a cidade de São Paulo é a que mais produz lixo no país, com cerca de 19,7 mil toneladas por dia. É primordial levar em consideração que resíduos tóxicos são descartados de maneira e em lugares inapropriadas, como em mares e rios, o que compromete a vida aquática. O descarte de lixo perto de residências proliferação de doenças e aumento de enchentes que se tornam praticamente inevitáveis. É possível observar que a falta de educação ambiental interfere na vida humana trazendo prejuízos.

Em conclusão cabe ao Ministério do Meio Ambiente disponibilizar recursos mais eficazes para que os Estados possam expandir suas coletas seletivas assim o lixo poderá tem um fim mais adequado e menos prejudicial para a população e meio ambiente. Além disso, as escolas devem oferecer aulas e criarem projetos que ajudem a desenvolver a educação ambiental por meio de palestras e atividades ajudando uma futura sociedade que consiga criar um amanhã melhor.