Manifestações populares em evidência no século XXI
Enviada em 20/04/2019
Certa vez, Martin Luther King Jr. disse: “Quem aceita o mal sem protestar, coopera com ele”. Com efeito, a humanidade, ao longo de sua história, sempre se mostrou ativa com relação aos problemas vigentes, sendo levadas, em várias ocasiões, à manifestações de cunho popular. Esse processo ainda se verifica na contemporaneidade, na qual os fatores sociais e político-econômicos se mostram como as mais evidentes motivações.
Nesse sentido, é cada vez mais comum que grupos minoritários se reunam em exigência de melhores condições e maior equidade. Como exemplo desse parâmetro, tem-se a “Marcha das Mulheres” promovida em 2017 nos Estados Unidos. Nesse cenário, um grande grupo de pessoas, de ambos os sexos, protestou contra os posicionamentos sexistas do então eleito presidente Donald Trump, além disso, pediam por mais respeito às mulheres, aos imigrantes, aos mulçumanos e aos deficientes físicos.
Ademais, a conjuntura política e administrativa, bem como relações internacionais antidemocráticas podem funcionar como agentes diretos. Nessa lógica, o documentário televisivo “Winter on Fire” retrata o “Euromaidan”, uma onda de manifetações na Ucrânia pela perspectiva social, apontando o espirito nacionalista dos ativistas. Além disso, também é notável a importância da Primavera Árabe, em que a população se levanta frente aos governos ditatoriais vigentes na região do Oriente Médio e norte da África, levando, em casos como Tunísia e Egito, à derrubada desse regime.
Portanto, é evidente que as manifestações populares são um fenômeno de destaque no mundo atual. Com isso, é importante que meios de comunicação de massa, como os jornais, a televisão e a internet, apontem sobre a relevância desse tema por intermédio de propagandas e documentários, a fim de mostrar a eficácia e a influência do poder popular sobre os problemas. Apenas assim, será possível que os movimentos tomem perspectivas corretas e surtam efeitos adequados.