Manifestações populares em evidência no século XXI

Enviada em 24/05/2019

De acordo com a Constituição Federal de 1988, manifestar-se é um direito concedido a todos. Obliquamente, a história é marcada pelos mais diversos tipos de manifestação. Contudo, nem todo cidadão possui conhecimento sobre seu poder de reinvindicar, aquietando-se perante grandes injustiças. Além disso, por muitas vezes vê-se violência nesse processo, tanto por ativistas, quanto por policiais, o que prejudica o movimento.

Nesse viés, reinivindicações ocorridas no Brasil, como o Movimento Diretas Já, de 1984, que exigiu a volta das eleições diretas presidenciais, mostraram o poder do povo unido. Há de se concordar que, sem a força conjunta, vista em diversos momentos, a missão de protestar tornar-se-ia ainda mais difícil. Nesse contexto, com a introdução da tecnologia no cotidiano, a comunicação tornou-se acessível para maior número de pessoas e, assim também, a organização da manifestação foi facilitada.

Entretanto, as reinvindicações regularmente apresentam violência, posto que, o Movimento Passe Livre, que em Junho de 2013 foi as ruas pacivamente, acabou em medo. Nessa ocasião, policiais utilizaram-se de gás lacrimogêneo, spray de pimenta e balas de borracha, dispersando os ativistas. Ademais, o mesmo acontece em grande parte dos protestos, o que aterroriza militantes que optam por aceitar o que lhes é porposto, sem ressaltar suas vontades.

Assim, é evidente a necessidade de melhorias nessa questão. Desse modo, a mídia e os indivíduos devem propagar seus direitos, com posts de apoio em redes sociais, formação de grupos e organização de palestras que mostrem a importância da expressão. Além disso, órgãos governamentais, como o Ministério da Segurança, devem demonstrar apoio aos movimentos pacíficos, evitando o usa da força quando estes acontecerem. Pois, como dito por Martin Luther King, “Quem aceita o mal sem protestar, coopera com ele”.