Manifestações populares em evidência no século XXI
Enviada em 12/06/2020
Em 25 de março de 2020, ocorreu um dos crimes mais hediondos já vistos, um policial matou George Floyd asfixiado enquanto ele implorava por ajuda, esse acontecimento desencadeou uma onda de protestos violentos pela polução, a ponto de ser decretado estado de emergência em várias cidades americanas. Tais fatos, retomaram a retórica sobre as manifestações populares no século XXI e como elas dão brecha para o vandalismo e acabam na maioria das vezes em violência. Desse modo, a sociedade depara-se com meios para erradicar essa problemática.
De início, é inegável que muitas pessoas aproveitam das manifestações para praticar atos de vandalismos, na qual usam da grande aglomeração para depedrar patrimônios públicos e privados. Nesse sentido, de acordo com matéria feita pelo jornal Fantástico, cerca de 5% dos manifestantes já vão com intuito de praticar esses atos criminosos. Sob tal ótica, percebe-se que mesmo sendo a minoria esses vândalos mancham o movimento que é valido, causam uma depreciação dos protestos por parte da população e aumentam o temor das pessoas em comparecer nos mesmos.
Outrossim, percebe-se que a violência é bastante recorrente na maioria dos protestos. Nessa perspectiva, segundo matéria do jornal O Globo, 30% dos protestos que acabam em violência são causados pelo abuso de poder e negligência por parte da polícia. Essa realidade torna-se evidente a falta de preparo policial, já que na maioria das vezes ele é o principal motivador da violência, em consequência de um sistema que não pune efetivamente policiais que apresentam má conduta. Desse modo, contribui-se para a perpetuação desse tipo de ação negativa na sociedade.
Por tudo isso, o Ministério de segurança pública juntamente com a polícia militar e em parceira com empresas de segurança privada, devem propor medidas de controles mais rígidas fiscalizando e punindo assim aqueles que aproveitam dos atos para vandalizar e policiais que se colocam acima da constituição.