Manifestações populares em evidência no século XXI
Enviada em 26/06/2020
Desde 1960, os movimentos sociais ganharam mais importância no território nacional, as paralisações da época eram contra o governo vigente. Porém, na contemporaneidade, há muitas manifestações que incitam a violência e se tornam brutas, como consequência pode-se citar o ferimento de diversos cidadãos, além da invalidação dos ativistas pacíficos, que procuram direitos igualitários. Sob um semelhante parâmetro, há diversos movimentos que fomentam ideais preconceituosos e extremistas, um exemplo famoso é o grupo da Ku Klux Klan, em que há predominância dos conceitos de supremacia branca e como decorrência tem-se a propagação das convicções racistas.
Em primeira análise, o direito ao protesto é garantido pelo Artigo 5º da Constituição Federal, contudo, vários manifestos se tornam agressivos e pretendem ferir os direitos dos militantes presentes, em muitos dos casos podem até ocasionar a morte de alguns cidadãos. Ademais, segundo dados do jornal da Globo, em 2014 houve 13 pessoas mortas devido as denúncias violentas no Brasil. Analogamente, as decorrências são funestas, destaca-se o fato que a hostilidade deslegitima os verdadeiros manifestantes democratas, assim como a propagação de atitudes impetuosas e o risco de ferir a integridade física da população, corrompendo as concepções igualitárias da sociedade.
Sob um segundo olhar, é notório a presença de diversas denúncias sociais, que buscam a democracia e procuram prerrogativas análogas, contudo, há também a assiduidade de ideais preconceituosos e hostis. Outrossim, essas paralisações só multiplicam o ódio e a exclusão de indivíduos da sociedade, como é o caso da Ku Klux Klan, que recentemente reacendeu suas lutas no Brasil, em protestos feitos em Brasília. Dessarte, essas prenoções, tem o objetivo de descartar as minorias da comunidade, contrapondo a Constituição Federal. Isso é consoante com o pensamento de William Hazlitt, que profere, que o preconceito é o fruto da ignorância, ou seja, a intolerância da população é resultado de uma desinformação dos cidadãos acerca dos movimentos.
Por tal prerrogativa, é de incumbência do Ministério da Justiça e Segurança Pública, promover uma segurança pacífica nas áreas dos agrupamentos, sendo efetivado por meio de policiais nas áreas, garantindo a proteção dos militantes, para mais, deve ser aplicado punições aos os ativistas fomentadores da violência, por intermédio de multas e com o objetivo de acondicionar o bem-estar da comunidade. Além de que, o Ministério da Educação, deve democratizar a informação para os habitantes nacionais, acerca das concepções problemáticas, sendo realizado por meio de palestras nas escolas, sob os comandos de sociólogos e com transmissões ao vivo pela rede televisiva, com a finalidade de desenvolver a informação e abolir a intolerância, seguindo os princípios de William Hazlitt.