Manifestações populares em evidência no século XXI
Enviada em 01/12/2020
Durante a primeira Revolução Industrial, servidores reivindicaram seus direitos através do movimento trabalhista, tal ato resultou o início de leis trabalhistas que estão vigentes nos dias atuais. Na contemporaneidade, as manifestações são frequentes, além de reivindicar direitos do cidadão, é exercida como forma de combater uma má conduta. No entanto, nem todos protestos são pacífico, tais ações ferem o princípio da manifestação, que é obter melhora em determinado aspecto.
Em primeiro plano, cabe abordar a dificuldade de promover uma manifestação sem que nela o patrimônio seja deteriorado. Segundo o filósofo Kant, a pessoa é um fim em si mesma, e não um meio de conseguir atingir interesses particulares. Nesse sentido, no que tange os protestos, é necessário que haja uma coerência ao discernir se o indivíduo deseja descontar sua raiva ou estabelecer uma forma pacífica ao reivindicar algo, pois, manifestação não deve ser sinônimo de vandalismo.
Outrossim, é imperativo pontuar a negligência de misturar deliberações – como indivíduos que são contra tal movimento – o que colabora com a dificuldade de promover protestos plácidos. Atrelado a isso, em 2020, durante uma pandemia, enfermeiros foram às ruas pedir para que a população se cuidasse, estes, foram vítimas de violência por parte de indivíduos que não apoiavam o isolamento social. Todavia, muitos dos agressores não foram punidos.
Em vista do exposto, é imprescindível medidas para o entrave mencionado. Por isso, concerne ao Estado, mediante o Ministério da Segurança, promover uma rede de apoio às manifestações pacificas e punir todos aqueles que praticam atos de violência ou vandalismo. Logo, os protestos ganharão força e terão bons resultados, assim como os da Primeira Revolução.