Maternidade compulsória em debate no Brasil
Enviada em 04/08/2021
A capacidade de gerar vida, nos mamíferos é exclusivo das fêmeas. Nos hominídeos, mais especificamente, no ser humano, está caracteristica feminina é culturalmente supervalorizada e instigada, principalmente quando mescladas a valores religioso, assim como no Brasil. Após séculos de intigação da maternidade e da criação do temor da solidão na terceira idade, apenas na contemporâniedade a maternidade compulsória entra em debate no Brasil.
Em primazia, é notavel que mesmo com o secular incentivo a maternidade, o número de gravidas tem diminuido. Estimasse que um quarto das mulheres brasileiras, não deseja filhos em nenhum momento das suas vidas, dados do veículo de imprensa Estadão em 2020. Portanto, iniciando-se na hodiernidade a desconstrução deste tabu.
Em segunda análise, é comum no mundo, assombrar a mulher que não desejava a maternidade com uma velhice solitária e triste. Segundo a filósofa feminista, Simone de Beauvoir, “a maternidade incentivada pelo medo ou pela chantagem emocional é apenas mais uma forma de limitar a liberdade da mulher”. A gravidez deve ser um desejo e não uma obrigação social.
Portanto, conclui-se que se faz necessário que o Ministério da Educação, por meio de verbas públicas, criar programas, seminários e propagandas nas escolas brasileiras de empoderamento e liberdade feminina sobre o próprio corpo. Para por fim, progressivamente e em um futuro próximo, extinguir-se a maternidade compulsória. A gravidez é um direito, uma liberdade e jamais deve ser um dever.