Maternidade compulsória em debate no Brasil
Enviada em 05/08/2021
Mulheres devem ter poder sobre seus corpos
Desde a infância, meninas são presenteadas com bonecas, e é aqui que se iniciaa maternidade compulsória, pois desde sempre garotas são muito estimuladas e incentivadas a quererem ser mães. Quando uma mulher não possui esse desejo, ela é julgada ou advertida a repensar sobre o assunto. Esse problema é serio e real, as mulheres são donas de seus corpos e deve, decidir por si só se querem gerar uma criança, isso não deve ser algo compulsório. Portanto, deve-se lutar contra esse pensamento enraizado na sociedade de que toda toda mulher deve ter filhos.
A sociedade romantiza a maternidade dizendo que ser mãe é a melhor experiencia da vida de uma mulher, mas jamais é mostrado o lado ruim de dar a luz a um bebê. Segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), no Brasil há milhões de mães solteiras, todas essas mulheres passam pelo desafio de cuidar de um ser humano sozinhas, porém esse tipo de dado não é comentado dentro da fala de uma pessoa que busca convencer uma adulta a ter filhos.
Além de a sociedade julgar mulheres que não desejam gerar uma vida, ainda é negado a elas o direito de realizar a cirurgiade esterilização sem a assinatura de seus cônjuges. Não só demonizam essa mulher, como a reduzem a um objeto de um homem, dão o poder de escola dela a alguém que não deveria poder ter tanto controle sobre a vida dessa mulher.
Após o que foi comentado, entende-se que deve haver um projeto que dê um fim a maternidade compulsória. O projeto ideal para esse fim é o “O corpo é meu!”, uma iniciativa do governo, onde o mesmo convidará especialistas nesse assunto e mulheres relevantes do movimento feminista para palestrar sobre o asssunto em questão. Munindo a sociedade de informações corretas acerca da maternidade, logo as pessoas entenderão a gravidade de julgar ou querer obrigar uma mulher a ter filhos. Assim, um dia esse assunto será apenas algo repudiado e obsoleto.