Maternidade compulsória em debate no Brasil

Enviada em 15/08/2021

Desde a antiguidade a sociedade já tem o pensmento formado em direção a construção de uma família. Atualmente, as mulheres, que são personagens fundamentais na geração e educação de um ser humano, têm sido apresentadas à novas prioridades, deixando para trás o caminho óbvio da maternidade. Esse caminho, depende de pais e mães, homens e mulheres que escolhem ter filhos ou não, as duas partes são metades de uma decisão necessariamente conjunta.

Primeiramente, deve-se ter em mente o fato de que as necessidades e desejos da mulher, a apenas alguns anos atrás, não eram considerados importantes, e ainda que fossem, a mente feminina era moldada de acordo com os pensamentos da sociedade, aliás, por mais que a mulher não quisesse ser mãe, o seu marido tinha o poder de obriga-la a ter filhos, anulando sua vontade, mesmo que essa se tratasse majoritáriamente de seu corpo.

Como consequência desse costume grandes mulheres do passado lutaram para que as mulheres do presente pudessem ter voz de decisão sobre um assunto de tal importância. Nos dias atuais, apesar de existir ainda a pressão da sociedade sobre as mulheres, referente à necessidade de serem mães, as mesmas têm pensado mais em outras prioridades, como estudo e trabalho. De acordo com os dados do IBGE, divulgados sobre os anos 2000 a 2015, a taxa de natalidade tem diminuido a cada dia que passa e isso leva ao invelhecimento populacional.

A resolução dessa problemática, deve ser pensada e direcionada para os principais geradores de novas vidas, ter um espaço para falar abertamente sobre a maternidade, a beleza e a dificuldade que ela traz, é extremamente importante, pois os futuros pais podem decidir de coração aberto se vão se colocar à disposição disso ou não. É importante salientar que cada um sabe o que deseja para si e para seu futuro, sem ter a influência sobre suas decisões, para que sejam geradas crianças em um lar feliz, e cresçam e um ambiente preparado para recebe-las.