Maternidade compulsória em debate no Brasil

Enviada em 08/10/2021

É notório que que no Brasil muitas mulheres tem o sonho de se tornarem mães. Essas mulheres se planejam desde de  cedo como seria seu futuro com filhos. Porém, nem todas essas mulheres querem viver a maternidade, ressaltando a sua vontade e seu poder de escolha sobre sua própria vida. Entretanto, com os problemas estruturado na sociedade, muitas mulheres são influenciadas ao decorrer de toda a sua vida a terem filnos, como se essa fosse sua obrigação.

Percebe-se que, a romantização de ter filhos é mantida como um problema, pois é colocado sobre as mulheres para que dediquem todo o seu tempo na criação de seus filhos, ou seja,  depois que se tem um filho toda a sua vida começa a girar em torno da maternidade, como consequência desse padrão determinado as mulheres vivem num estado de frustação, por conta da sociedade  machista a fertilidade é endeusada e problematiza a infertilidade, que é tida como um castigo, por  não conseguir ter  filhos, como algo não natural e que coloca as mulheres em um lugar desfavorecido, negando sua condição e dando a elas um status de “ingratas”.

A maternidade compulsória também é uma consequência, ela é imposta as mulheres que vivem a pressão de maridos, família e religião sobre um futuro sozinha e de arrependimento quando não desejam ter filhos, então estas mulheres acabam cedendo e exercencoa maternidade por culpa e medo. A escritora, Lua Barros defende que nem todas as mulheres nasceram para serem mães, e que nenhuma delas deveria ser obrigada a exercer esse papel.

Levando em consideração ao que foi apresentado, é de extrema importância que as midías, passem a mostrar a maternidade como ela verdadeiramente é, demonstrando como as mães vivem no cotidiano, assim dessa forma as pessoas ao consumirem  vão se familiarizar com a realidade de diversas historias e assim julgar menos quando as atitudes de uma mãe não corresponde as expectativas postas nelas.