Maternidade compulsória em debate no Brasil
Enviada em 26/10/2021
No decorrer da história da humidade, a mulher foi copelida ao papel de engravidar, visto por uns como milagre, por outros como ciclo natural, porem sem nunca perguntar as mulheres como se sentiam em relação ao seu encargo biologico. Tal pressão social histórica gerou uma maternidade compulsória, que por sua vez, trás mitos que levam medo as mulheres, que opitam pela gravidez, mesmo que não seja de sua vontade. Nesse sentido, obeserva-se um delicado problema causado pelo silenciamento mitiático e pelo défice educacional.
Em primeiro plano, evidencia-se a influência da mídia. Consoante ao sociólogo Pierre Bordieu, “aquilo que foi feito como instrumento de democracia não deve ser convertido em mecanismo de opressão simbólica”. Assim sendo, a mídia, como instrumento democrático, não cumpre seu papel, uma vez que não discute o tema e o torna público, dificutando a compresão da população quando a pressão exercida sore as mulheres quanto a gravidez.
Além disso, outro ponto relevante é o décite educacional. Segundo o filósofo Pitágoras, o qual diz que se deve educar as crianças para que não seja preciso punir o homem, seguindo essa ideia, a falta de debate nas escolas quanto a maternidade, gera adultos que cobraram a gravidez, e mulheres que aceitaram a cobrança sedendo contra a própria vontade. Dessa forma, a falta de educação gerará pessoas que seram “punidas”, pela falta de conhecimento e preconceito.
Portanto, é necessário que o Ministério da Saúde, em parceria com o Ministério da Educação, desenvolva campanhas nas escolas, atravez de palestras e oficinas, que informe aos alunos de forma objetiva sobre a gravidez desmistifique os mitos entorno de ser mãe, além de promover uma ampla discussão midiática, que inclua propagandas televisivas e debates com expecialistas. Sendo assim, o intuito de tais ações o esclarecimento quanto a maternidade e a erradicação da imposição sobre as mulheres.