Maternidade compulsória em debate no Brasil

Enviada em 30/10/2021

Jean Paul Satre,filósofo  francês, defendeu e a ideia de que o homem está condenado ao direito de  ser livre,e que  não há  barreira social, psicológica ou  histórica, que possa ofuscar   isso. Tomando como norte a máxima do autor, compreende-se que tal ideal é falho na sociedade hodierna quando  se coloca  em foco a maternidade compulsória, fazendo com que mulheres que  decidam não engravidar, sejam  julgadas por outras  como inferiores, ou até mesmo o cristianismo julga a decisão de não  engravidar como pecado.

Inicialmente, infere-se que essa problemática também está presente no Brasil, vista que, pessoas que escolham não ter filhos sejam muito criticadas diariamente. Desta maneira, algumas mulheres se sentem culpadas, de modo que pode afetar sua autoestima e até mesmo seu convívio social, por conta da pressão que sofrem, principalmente de outras mulheres que não respeitam a sua decisão .

Ademais é fundamental apontar o cristianismo como impulsionador da maternidade compulsória.Segundo a Bíblia,principal  livro do cristianismo, a mulher foi criada para procriar. Quando decide não ter filhos,membros da religião encaram como pecado, por pressão da religião a mulher acaba cedendo.Logo é inadmissível que cenário continue a perdurar

Faz-se indubitável  portanto, medidas para combater a maternidade compulsória.O Estado, deve por meio do Ministério da Mulher promover campanhas apoiando as mulheres que decidirem não ter filhos e, conscientizar a população de que é uma decisão comum e devde ser respeitada .Espera se com isso construir uma sociedade mais igualitária.