Maternidade compulsória em debate no Brasil

Enviada em 31/10/2021

“O importante não é só viver, mas viver bem. A premissa do filósofo Platão, pode se equiparar a ideia implementada pela sociedade que é necessário ter filhos para ter uma vida melhor. Nesse viés, a pressão social somada à sociedade patriarcal são os principais contribuintes para a maternidade compulsória em debate no Brasil. Desse modo, são prementes debates acerca dos efeitos dessa problemática em nome de uma sociedade melhor.

Inicialmente, é fato que a pressão social é um agente norteador do tema. Nessa atmosfera, o filósofo estadunidense William James acreditava na ideia que as pessoas podem mudar suas vidas alterando sua atitude mental. A partir desse pensamento, é perceptível que a opinião de qualquer indivíduo pode moldar suas condutas. Nesse contexto, em reportagem feita pela plataforma digital g1, grande parte das mulheres tem o desejo de ser mãe. Assim, essa grande influência social para as mulheres serem mães, em muitos casos despreparadas, resultam em futuros abandonos.

Outrossim, à sociedade patriarcal também se agrega a problema em pauta. Nesse sentido, o livro “Romeu e Julieta” relata a história de um casal super apaixonado e com momentos marcantes. Entretanto, na sociedade atual, nem todos os casais vivem um romance, em muitos casos os homens buscam um domínio de ações e opiniões sobre as moças. Dito isso, é indubitável que as mulheres são influenciadas ou até mesmo obrigadas pelos seus maridos a ter filhos. Posto isso, as crianças tendem a crescer sem o amor e o carinho necessários.

Diante dos fatos mencionados, os principais efeitos para a maternidade compulsória em debate no Brasil são a sociedade patriarcal e a pressão social. Logo, é importante que o ministério da cidadania promova campanhas, por meio de propagandas nas mídias sociais, com o objetivo de garantir maiores convicções às mulheres ao escolher ser mãe. Destarte, todos vão poder viver bem.