Maternidade compulsória em debate no Brasil
Enviada em 19/11/2021
Desde o Iluminismo, entende-se que uma sociedade só progride quando um se mobiliza com o problema do outro. Sob essa ótica, é essencial a importância da discussão a respeito das causas e consequências da maternidade compulsória em debate no Brasil, a qual encontra-se óbice na pressão social e problemas psicológicos.
Nesse sentido, historicamente a mulher tem um papel na sociedade em que é imposto a geração de filhos. Segundo o filosófo Arthur Schopenhauer, o campo de visão de uma pessoa determina seu entendimento e suas ações. Dessa forma, a partir do momento em que existe uma pressão social na maternidade, muitas mulheres perdem o direito e autonomia de escolha sobre sua vida e o próprio corpo. Isso gera problemas na sociedade, uma vez que a pressão social ocasiona um retardo na coletividade.
Além disso, como as mulheres estão sujeitas a cobranças protocolares, esse fato gera problemas psicológicos, pois o corpo social brasileiro é paternalista e exige uma cobrança e ameaça de um futuro solitário. Portanto, é necessário que haja mudança nesse cenário, já que para ocorrer o desenvolvimento de um indivíduo é preciso que o todos extingua essa mentalidade arcaica.
Em virtude do que foi exposto, faz-se necessária a elaboração de políticas públicas eficazes que extingua a maternidade compulsória em debate no Brasil. Diante disso, o Ministério da Saúde e da Cidadania devem trabalhar juntos para promover a liberdade dos indivíduos e cessar com os problemas psicológicos. Isso deve ser feito por meio de palestras com profissionais da área da saúde em praças públicas e em escolas para que mude esse paradigma, além do mais forneça terapias para todas as pessoas que adquiriram doenças mentais, por causa da pressão social. Isso deve ser feito a fim de proporcionar o progresso social iluminista.