Maternidade compulsória em debate no Brasil

Enviada em 08/03/2022

De acordo com dados do Instituto Brasileiro de Estatística (IBGE), 14% das brasileiras escolheram não ser mães em 2010, e a cada ano que passa esse número aumenta. Porém, a ideia de que toda mulher nasceu para ser mãe ainda ocorre na mente de muitas pessoas, o que faz com que as mulheres que optam por não ter serem mães sejam demasiadamente julgadas.

Ademais, desde os tempos antigos a maternidade é vista como algo necessário na vida do público feminino, muitos até afirmam que a mulher só é completa quando se tem um filho. Desse modo, pessoas com tais pontos de vista acabam pressionando ás mulheres a ter filhos.

Outro fator importante para a maternidade compulsória é a falta de compreensão das pessoas, a pressão social é altissíma e vem de todos os lados, da familía, amigos e até de profissionais da saúde. Essas pessoas fazem discursos com ameaças de um futuro solitário e cheio de arrependimento.

Fica claro, dessa forma, que é preciso pregar as pessoas a ideia de que a mulher é livre para para escolher viver ou não a maternidade. Desse modo, cabe aos governantes do Brasil criar programas para facilitar o alcance das mulheres aos métodos contraceptivos, com a inserção do Diu, distribuir pílulas e principalmente dispor de ginecologistas para orienta-lás, em hospitais, postos de saúde entre outros. Além disso, é válido fazer também fazer campanhas nos meios de comunicação sobre o direito de escolha das mulheres.