Maternidade compulsória em debate no Brasil

Enviada em 03/03/2022

A Ditadura Militar no Brasil foi imposta por um golpe militar que derrubou o então presidente João Goulart, suprimindo e manipulando os interesses da população, de maneira análoga à essas ações de controle social, há a maternidade compulsória em debate no Brasil. Nesse prisma, destacam-se dois aspectos importantes: a rejeição de escolhas pessoais pela sociedade e objetivos frustrados por escolhas induzidas.

Em primeira análise, evidencia-se a forma como a sociedade lida com as escolhas pessoais das mulheres. Sob essa ótica, é relevante dizer o quanto é comum encontrar mulheres que abriram mão de sonhos e projetos grandiosos para encarar a maternidade por imposição parental, embora já estivesse sido provado com opiniões e ações sua vontade, como com depoimentos e a brusca queda da taxa de natalidade. Por mais que o apoio e aprovação familiar seja importante, não pode ser prioridade na vida de alguém em desenvolvimento em todas as áreas da vida.

Em segunda análise, é notória a profundidade de propósitos que foram frustrados decorrente da interrupção pela repentina maternidade. Desse modo, cabe citar Noam Chomsky, que disse: " Os Estados não são agentes morais; as pessoas são"; evidenciando o limitante e colocanto novamente em voga o causador da problemática. Consoante a isto, a demanda de deixar práticas hereditárias de lado e estabelecer uma nova ordem moral, afinal, é o século 21.

Depreende-se, portanto, a adoção de medidas que venham amenizar a maternidade compulsória em debate no Brasil. Dessa maneira, cabe ao Ministério da Educação enfatizar o desenvolvimento feminino fora do plano familiar, por meiodas aulas de projeto de vida, com o apoio da mídia, que impulsionará postagens incentivando o desenvolvimento individual, a fim de que sejam formadas mulheres decididas e com metas inabaláveis. Somente assim, a repressão e o controle profissional e pessoal sobre as mulheres será extinguido.