Maternidade compulsória em debate no Brasil
Enviada em 23/03/2022
Machado de Assis, em sua fase reslista, despiu a socidade brasileira e desceu critica aos comportamentos egoístas e superficiais que caracterizam essa nação. Em consonância com a realidade, observa-se aspectos semelhantes quando tratamos de maternidade, onde lamentavelmente o tema é abordado não como uma escolha, mas como uma imposição as mulheres. Nesse contexto, podemos apontar como causas a imposição social, tal como a má influência midiática.
Em uma primeira análise, pode-se destacar como um empecilho para a resolução do problema, a má influência midiática. Conforme Pierre Buordieu, o que foi contruido para ser instrumento de democracia, não pode ser convertido em mecanismo de opressão. Nessa perspctiva, percebe-se que o papel exercido pelas grandes mídias é contrario á está democracia, influênciando e perpetuando com a imposição da maternidade nas mulheres, ao não tratar do tema com seriedade necessária.
Em segunda análise, evidencia-se por parte da sociedade uma imposição social que leva a maternidade compulsória. Na série americana Greys Anatomy, é descrito a história da personagem Cristina Yang, uma médica que não quer ser mãe, e por conta da sua escolha ela acaba sofrendo críticas de diversos lado, com discursos apelativos como o de um futuro solitário. Em situação análoga a isto, diversas mulheres enfrentam e escutam isso de seus maridos e familiares.
Portanto, fica evidente a necessidade de medidas que venham contem esse cenário. Por conseguinte, cabe às grandes mídias, que influencia um grande número de pessoas refletindo uma linha de pensamento dominante, usarem de sua influência para levar representatividade através de documentários e debates acerca do assunto, para que a maternidade deixe de ser uma obrigação e passe a ser uma escolha.