Maternidade compulsória em debate no Brasil

Enviada em 14/06/2022

Na obra “utópica”, do escritor inglês Thomas More, é retratado uma sociedade perfeita, na qual o corpo social padroniza-se pela ausência de conflitos e problemas. No entanto, o que se observa na realidade contemporânea é o oposto do que o autor prega, uma vez que a maternidade compulsória no Brasil apresentam barreiras as quais dificultam a concretização dos planos de More. Diante disso, torna-se fundamental discussão desses aspectos a fim do pleno funcionamento da sociedade.

Primeiramente, é importante ressaltar que a maternidade compulsória em debate no Brasil existe desde o início da sociedade, quando as primeiras civilizações existentes impuseram que o dever da mulher era gerar herdeiros para dar continuidade às gerações, como na antiga civilização que o papel da mulher era gerar obrigatriamente descendentes e cuidar do lar, a toda mulher torna-se uma violência simbólica e interfere na liberdade de escolha individual mai as mulheres se sentem pressionadas e insegurass de opinar em suas escolhas pels connsequencia de mulheres sem filhos estão fadadas a serem traídas por seus companheiros. Consequentemente, esse tipo de pensamento está enraizado na população.

É imperativo resaltar maternidade compulsória no Brasil. Essa situação surge desde a infância, quando as meninas são ensinadas a brincar de boneca ou casinha, rotulando quais são os comportamentos que um dia essa criança terá na sociedade, estereotipando cada vez mais as mulheres, a citação do filósofo Immanuel Kant, “O ser humano é aquilo que a educação faz dele”, uma vez que as crianças são induzidas de modo inconsciente, desde novas a seguirem essa lógica machista predominante.

Diante dos fatos apresentados, é necessário que o Ministério da Cidadania deve propor parcerias a empresas de comunicação, como canais abertos de televisão e redes sociais, por incentivos fiscais, Diante dos fatos apresentados e deve propor parcerias a empresas de comunicação, como canais abertos de televisão e redes sociais, por incentivos fiscais seus futuros. para que assim cada vez mais mulheres tenham liberdades perante a sociedade.