Medidas para o enfrentamento de propagandas enganosas no Brasil

Enviada em 19/08/2024

De acordo com o sociólogo brasileiro Marcelo Ridenti, em seu livro “O Fantasma da Revolução Brasileira”, nunca houve uma comunhão de ideias entre os governantes e a população na busca por soluções para certas questões, mas há uma complacência em torno da negligência social de ambas as partes. Essa visão pode ser comprovada ao analisar o cenário do enfrentamento as propagandas enganosas no Brasil, que pouco é combatido na sociedade brasileira. Nesse sentido, tanto a insuficiência das políticas públicas quanto a falta de engajamento dos cidadãos são obstáculos para superar a questão.

Precipuamente, é funcral pontuar que a população de propagandas enganosas deriva da baixa atuação dos setores governamentais, no que concerne à criação de mecanismos que coíbam tais recorrências. Segundo o filósofo Platão, “Importante não é viver, mas viver bem”, considerando que a qualidade de vida tem grande relevância, transcendendo a própria vivência. Infelizmente, tal conjuntura não condiz com a realidade, levando em consideração as inúmeras chamadas “Fake News” e os problemas causados por elas.

Ademais, é imperativo ressaltar a sociedade como promotor do problema. De acordo com o livro “1984”, podemos analisar o controle sobre os indivíduos da sociedade através das redes sociais, e muitas vezes com os recursos disponíveis na própria rede social e o não controle das “Fake News”. Tudo isso retarda a resolução do empecilho, já que não há um controle contribuindo para a perpetuação desse quadro.

Considerando os aspectos mencionados, nota-se, a necessidade medidas para que as propagandas deixem de se populacionar nos meios digitais. Dessarte, com o intuito de disseminar essas “Fake News” e acabar com o perigo que muitas delas proporcionam, necessita-se, urgentemente, que o Governo, através das próprias redes sociais, criem uma certa fiscalização e assim, seja possível uma solução para acabar com essas propagandas enganosas.