Medidas para o enfrentamento de propagandas enganosas no Brasil
Enviada em 18/10/2024
A propaganda utiliza-se da função conativa da linguagem para atrair o leitor e convence-ló para a aquisição de determinado produto, essa estratégia leva ao reconhecimento da marca e a maximização dos lucros. Embora possuam essas vantagens para empresa, o consumidor sai prejudicado quando possui cárater enganoso, haja vista que a mutabilidade imediata e a realidade útopica são entraves para cumprir as promessas impostas.
Nesse cenário, é relevante abordar a influência comportamental da propaganda. Durante a década de 80, marcas de cigarros e Whisky associavam em suas campanhas o hábito de fumar e beber como atividades que tornavam a pessoa empoderada e superior, logo, aumentaram o número de consumidores mais interessados na ideia do que na mercadoria vendida. A partir desse viés, a tática de elevar a autoestima para ampliar a comercialização afeta de modo negativo o comprador inocente, que acredita que ao começar usa-ló a mudança acontecerá automaticamente, sem o mínimo esforço dele próprio. Dessa forma, observa-se que a persuação e o egoismo abusam da carência emocional para transmitir uma menssagem incoerente ao público.
Paralelo a isso, vale ressaltar também a conjuntura imaginária que é aplicada sobre o receptor. Isso posto, a publicidade de alguns brinquedos, como bonecos aventureiros , para a divulgação adquirem um panorama surrealista para relacionar o material a brincadeira ou até mesmo o uso de brindes para dar ao menor a mentalização que somente com os apetrechos serão pertencentes a aquele universo. Á luz dessa perspectiva, após a compra existe a percepção da criança que não é igual ao prometido, o que torna mais uma vítima da propaganda enganosa. Sob essa ótica, é inegável afirmar a crueldade dos comerciais para lucrar sobre a inocência infantil.
Fica esclarecido, portanto, a precisão de uma medida que limite a ação persuavisa na publicidade. Nessa lógica, é imperativo que o Estato promova uma lei sobre os enganadores, por meio de uma alta idenização quando não puder corresponder as espectativas impostas. Feito isso, essa atitude pedagógica mudará as alternativas das propagandas e exigirá a função apelativa de maneira limpa.