Mendicância: dever do estado ou questão de solidariedade?
Enviada em 15/03/2023
A obra “O Cortiço” do autor Aluísio de Azevedo, apresenta a desigualdade presente na nossa pátria, onde os mais pobres são excluídos socialmente e fisicamente da sociedade. Hodiernamente, no Brasil, as favelas e os moradores de rua são prova da negligencia do Estado e da sociedade, com os mais carentes. Assim, esses grupos, ficam exclusos de oportunidades de desenvolvimento pessoal e profissional.
Primeiramente, o Estado se torna responsável pelos mendicantes, pois é seu dever garantir o básico para a dignidade humana. Tal realidade, miséria e pobresa, no país, está muito avançada devido a falta de ação governamental de suprir as necessidades essenciais da população pobre, para que tal possa vir a evoluir com os anos. De acordo, com o Artigo 6° da Constituição brasileira, o estado deve promover o bem de todos independentemente de sua cor, raça, sexo ou origem. Por isso, é dever do estado erradicar a pobresa, incluindo assim a situação de moradores de rua, que carecem dos cuidados básico e respeito da nação brasileira.
Além disso, a sociedade brasileira em parte, também se mostra indiferente com a situação da pobresa enraizada no país. Essa sociedade, que possui uma alta concentração de renda, muitas vezes julgam que esmolas são suficientes para melhorar a vida dos mendicantes. Porem, a verdadeira ajuda seria a Solidariedade, que através dela mais ações sociais, em prol de suprir as necessidades primordiais
(alimentos, banhos e roupas limpas) sugiriam. A exemplo, temos o Bill Gates grande Magnata que investiu seu capital privado, em um projeto para suprir as necesidades basicas de tribos Africanas, visando a ressocializaçao desses.
Em suma, tanto a sociedade quanto o Estado devem trabalhar para ajudar os excluidos da sociedade Brasileira. Para isso, o Ministério da Cidadania, precisa assistir aos mais necessitados, para promover assistência social devida, a cada grupo, como por exemplo os moradores de rua. Isso através de repasses públicos e parcerias com projetos privados já promovidos, pelos cidadãos. Assim, futuramente, um Brasil com maior índice de inclusão social e menos pobre florescerá, deixando a realidade retratada na obra “O cortiço” no passado.