Mendicância: dever do estado ou questão de solidariedade?

Enviada em 23/03/2023

O pensador e filósofo polímata da Grécia antiga, Aristóteles, afirma que a essência da vida é servir o outro e fazer o bem. A soliedarização e ajuda aos mais necessidados deveria ser um atributo de todos os seres humanos, todavia, igualmente, é necessário intervenções governamentais para essa parcela de indivíduos, para que sejam atendidas as suas necessidades e não fiquem excanteados dos demais cidadãos. Tornando- os “coitadinhos”.

Em primeiro lugar, pode-se destacar a quantidade exurbitante que essa comunidade vêm tendo nos últimos anos. O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatistica (IBGE), afirma que desde 2021 o país vêm tendo o maior indíce de desempregados de todos os tempos, o que tem favorecido para o aumento da pobreza e mendicidade, tornando-se assim, o ato de mendigar cada vez mais comum, uma vez que constantemente são flagrado os mesmos, pedindo auxílio nos coletivos públicos, praças, nos semafóros e até mesmo em praias.

Sob esse viéis, pode-se atribuir o aumento do desemprego à falta de políticas públicas, para o setor ecnômico, visando a oferta de empregos, fato que foi

agravado devido à pandemia do COVID-19, que provocou a falência de diversos setores da economia mundial. Incluindo-se nesse realidade, empresas de pequeno, médio e grande porte, que não tiveram condições de se manter, após longo período com suas atividades parasiladas.

Desse modo, concluí-se, que a solidarização pode ser um recurso momentâneo para essa poblemática, contudo, não é uma solução permanente, que possa mudar a realidade dessas pessoas, as quais precisam de uma pespectiva de um futuro melhor, oportunidade de consquistarem, dignamente, suas necessidades, deixando o estigma de “coitadinhos” , para se tornarem pessoas produtivas, independentes. E isso, só será possível, quando houver um olhar atencioso por parte das autoridades governamentais, para essa parcela despreveligiada da sociedade, com políticas inclusivas que visem solucionar a situação precária, por que não dizer subi humanas, que as mesmas estão inseridas.