Mendicância: dever do estado ou questão de solidariedade?

Enviada em 21/03/2023

O livro “Capitães de Areia”, do escritor Jorge Amado, retrata o cotidiano de crianças e adolescentes abandonados, tanto pelo Estado quanto pela sociedade, que lutam para sobreviver a uma realidade de opressão. Tal questão, permea o Brasil e as desigualdades se tornam uma constante. A partir dessa realidade, cabe analisar a marginalização e a apatia social como ampliadores da mendicância.

Nessa perspectiva, é fundamental perceber a responsabilidade estatal na problemática da pessoa em situação de rua. Isso ocorre, porque no contexto capitalista a mendicância atrapalha os lucros, pois a pessoa em situação de vulnerabilidade não contribui com o fluxo financeiro e apenas gera despesas aos cofres públicos. Desse modo, o Estado não cumpre com o papel de garantidor dos Direitos Fundamentais - Lazer, Moradia e Saúde- e a marginalização dos corpos em mendicância se torna cotidiana. Nessa lógica, o sociólogo Gilberto Dimenstein afirma que muitos brasileiros vivenciam uma cidadania aparente, denominados de “Cidadãos de Papel”, ausentes de direitos e deveres, sem a proteção do Poder Público, entre eles se destaca as pessoas em situação de rua. Assim, a Constituição Federal perde de vista sua função de garantidora dos direitos da população.

Observa-se, ainda, a apatia social como fortalecedora da mendicância e da exclusão desses indivíduos. Nesse sentido, é constatado o aumento da individualidade na sociedade, ou seja as pessoas não estão mais focadas em ajudar o próxi

Portanto, medidas são importantes para solucionar o probema da mendicancia no pais. LOogo, o poder executivo federal, mais espexificamnete o minsitterio da cidadania, em areria com a centrais de telecomunicação, deve propor açoes de combat e à pobreza. Tal açao ocorrera por meio de maiores investimentos em programas de distribuiçao de renda, a exemplo doo Bolsa familia e do Minha casa , minhda vida, bem como, a criação de programas e series sobre as pessoas em situação de rua, a fim de garantir os direitos basicos e gerar o sentimento de empatia na sociedade. AFIANL, MANTER AS DESIGUALDADES DO PASSADO É SEMPRE REVIVER A HISTORIA.