Mendicância: dever do estado ou questão de solidariedade?

Enviada em 06/07/2023

A obra ¨O Pequeno Príncipe¨, do escritor Antonie De Saint-Exepéry, retrata a busca de um menino por um lugar que o acolha de forma plena. Para além do campo literário, nota-se, também, no contexto brasileiro atual, a procurar por um ambiente acolhedor, uma vez que nem todas as classes são abraçadas, pois ainda há desafios para a Mendicância no país. Assim, faz-se profícuo observar a ineficiência dos mecanismos legais e a falta de conhecimento como pilates fundamentais dessa problemática.

Diante desse cenário, é válido ressaltar a eneficácia governamental como um dos entraves para a perpetuação da falta de conhecimento da Mendicância. Nesse víes, é notório que o Poder Público não investe na dignidade humana dessas pessoas.

Isso acontece porque é mais retável economicamente para o Estado priorizar aqueles responsáveis por ¨impulsionar¨ a economia: os ricos e os exploradores dos bens naturais. Em consonância com tal tese, é possível mencionar o sociólogo Karl Marx, o qual afirma que o Estado prioriza o lucro em detrimento da proteção ao outro.

Ademais, convém mencionar a ausência de conhecimento a respeito a Mendicância e, desse modo, a invisibilidade dessas pessoas. Com isso, o meio social não dispõe de conhecimentos sobre a valorização dessas pessoas, as quais não são difundidas nas escolas, o que gera a desvalorização.

Todavia, cabe ao Governo Federal fazer um mapeamento, sendo ele responsável pelo bem-estar de todos, por meio de secretarias organizadas, a fim de obter dados sobre esse incentivo, com o objetivo de promover medidas legais e eficazes.

Taís índices serão disponibilizados nas Mídias Sociais com o fito de democratizar a informação e preencher lacunas educacionais. Dessa maneira, haverá a construção de um ambiente semelhante ao almejado pelo menino Saint-Exupéry.