Mendicância: dever do estado ou questão de solidariedade?
Enviada em 08/11/2023
O grade filósofo John Locke prega “O Estado é responsável pelo bem-estar coletivo” , o que se observa na realidade contemporânea é o oposto do pregado por Locke, visto que o Estado não tem tratado de pessoas em situação de rua, e a mendicâncias vem em virtude da baixa atuação governamental, que contribui para para o crescimento dessa causa.
A mendicância não de trata apenas de solidariedade, mas sim de um problema estrutural no país. É fundamental avaliar como a ausência de atuação do poder legislativo contribui para o agravamento desse empecilho, que por consequência, ocasiona a mendicância, que pode gerar Incômodo à população local.
Além disso, a mendicância não se trata apenas de pedir, mas sim de uma situação miserável que é vivida por muitos. De acordo com dados vivem entorno de 236.400 pessoas na rua. Observa-se, por consequência deixa diversas pessoas em situação de vulnerabilidade, também dando abertura para a exploração, como ocorre com crianças que são frutos dessa miséria.
Logo, fica evidente a necessidade de combater esse empecilho. Portanto, se faz necessário que o Estado deve se responsabilizar e agir, com programas de habitação, programas sócias, capacitar as pessoas para que possam ser inseridos no mercado de trabalho. Afim de que haja a redução da mendicância e de pessoas em situação de rua. Caso essa proposta seja devidamente seguida, a sociedade brasileira não terá mais com o que se preocupar em relação a esse impasse.