Mendicância: dever do estado ou questão de solidariedade?
Enviada em 04/04/2024
No livro " É assim que acaba" a medicância é retratada na obra, apresentando as dificuldades dos individuos que sobrevivem nessa condição de vida. Fora da ficção, tal realidade pode se projetar na sociedade brasileira atráves da Medicância: Dever do estado ou questão de solidariedade. A qual, é gerada pela inoperância estatal e pelo descado social. Nesse sentido, em virtude dessa problemática, surge uma fatal conjuntura na contemporaniedade.
Diante desse cenário, é válido ressaltar a negligência estatal. Segundo o grande filósofo Thomas Hobbes, o Estado é uma máquina que ao não operar aflinge o meio social. Sob esse viés é nítida a importância de uma ação produtiva do governo, já que o cidadão é subordinado à ele, dependendo da sua gestão para a resolução de impasses sociais, como a medicância. Nessa perspectiva, tal dependência é tão acentuada que, quando não ampara o cidadino, ele passa a ser marginalizado, ao não conseguir usufruir dos seus direitos, à exemplo o de ter uma melhor qualidade de vida, que envolva moradia, alimentação e todos os direitos básicos que infelizmente não estão sendo garantidos a essa parcela populacional. Por conseguinte, medidas devem ser tomadas para encerrar essa injustiça.
Ademais, é importante salientar o descaso social. De acordo com Milton Santos, um grande geografo, o povo é a voz de uma pátria. Nessa lógica, fica explícito o papel da comunidade no combate a medicância, visto que, ao comentar e debater sobre o tema, se formata uma visibilidade à ele. Sob essa óptica, nota-se a essencialidade da discussão, que é pouco cumprida pela população, como por exemplo o debate sobre a importância de auxiliar as pessoas nessa condição de vida e o apoio necessário que deve ser prestado. Assim sendo, é de urgência arquitetar uma solução.
Logo, para mediar a situação a Secretaria dos Direitos Humanos, em parceria com o Ministério do Cidadão devem agir por meio de projetos sociais que ofereçam qualidade de vida a essa população marginalizada. Além disso, a sociedade deve promover debates semanais para garantir a tomada de atitude do governo e abrir centros de discussão voltados para os problemas sociais. Para fazer assim, do Brasil, um país com melhor qualidade de vida para todos.