Mendicância: dever do estado ou questão de solidariedade?
Enviada em 18/04/2024
Segundo a Constituição de 1988, tem como dever erradicar a pobreza e reduzir as desigualdades. Sendo assim, o Estado tem a responsabilidade de cumprir a Constituição. Então, a medicância é dever do Estado, pois compete o mesmo assegurar tais direitos fundamentais à população, mas isso não exime também o papel de que cada indivíduo tem em amar seu próximo e ajudá-lo.
A princípio, o Governo é responsável por garantir que toda a população tenha seus direitos fundamentais como, direito à vida, à segurança e à propriedade, assegurados pela Constituição de 1988. Assim, é dever do Estado promover políticas públicas para o enfretamento da mendicância como, o cuidado com as vidas dessas pessoas e assegurar-lhes segurança, propriedade e oportunidades. Tais oportunidades, como empregos onde possam desfrutar de direitos trabalhistas e terem uma vida digna.
Outrossim, o papel do Estado é fundamental para encarar a mendicância, porém isso não exime a responsabilidade que cada ser humano tem de exercer amor e compaixão com o próximo. Assim como, a bíblia instrui “amar seu próximo como a si mesmo”. Sendo assim, importante que cada um entenda que se cada um fizer sua parte, exercendo generosidade e compaixão facilitará o cumprimento da Carta Magna. Pois segundo o líder, indiano Gandhi diz “seja a mudança que quer ver no mundo”.
Portanto, infere-se que o Estado tem o dever de enfrentar a mendicância através de políticas públicas, como assegurar os direitos fundamentais as pessoas e promover empregos para as mesmas. Afim de, erradicar a pobreza e a desigualdade na população, assim como está na Constituição de 1988. Mas também, promover palestras para a sociedade com a importância de amar o próximo e exercer sua compaixão com os necessitados.