Mendicância: dever do estado ou questão de solidariedade?

Enviada em 25/10/2024

Após a Revolução Industrial, uma crescente na desigualdade sócio-econômica foi notada. Sobre o fato, essa crescente expõe-se como uma problemática, visto que gera mendicância-pedintes de dinheiro-. No entanto, é dever estadual a resolução do assunto, pois a ação solidária piora a situação de mendicância, além de que o Estado deve manter os direitos iguais a todos.

Precipuamente, muitos mencionam que a ação solidária no processo de mendicância não agrava a situação. Ledo engano, ação da sociedade nesse viés, provoca uma reação que acresce numa piora pantagruélica do caso, uma vez que diversos pedintes estão locados em uma região, contudo se a pessoa sair doando a todos, uma diminuição da renda monetária do indivíduo seria notório, impossibilitando-o de realizar investimentos colaboradores do desenvolvimento nacional. Concomitantemente, diversas pessoas desviam sua conduta trabalhista, devido ao fácil acesso econômico de esforço inesgotável, aumentando o número de mendigos. Nesse sentido isso se confirma pois segundo o filósofo Isaac Newton, toda ação necessita de uma reação. Sendo assim, é preciso resolver o quadro.

Outrossim, o Estado deve manter os direitos igualitários à população. Nessa temática, nossa Constituição menciona que o Governo/Estado deve garantir os direitos iguais a todos. Sobre esse viés, essa cláusula pétrea é uma falácia, já que percebe-se pessoas do ramo político/judiciário, tratando esses indivíduos com diferenças, consequentemente, uma revolta populacional poderia ser notada, gerando um aumento nas taxas de emigrações, fazendo a população diminuir significativamente, acarretando em incoerências empresariais devido à baixa de empregados. Dessa forma é necessário melhorar a situação.

É indubitável, portanto, que o Governo-garantidor dos direitos humanos-faça campanhas que conscientize a população, por meio de palestras, afim de amenizar a situação do tema. Assim, os ecos da revolução seriam positivos.