Millenials e a depressão: como a geração Y é influenciada pelo mundo e o que precisa mudar
Enviada em 10/04/2026
A geração Y representa o grupo que testemunhoun a transição do analógico para o digital. Moldados por um mundo em rápida transformação, esses indivíduos cresceram sob a promessa de progresso ilimitado, mas acabaram por se tornar a “geração burnout”. Para que esse cenário mude, é preciso repensar a relação entre produtividade, tecnologia e saúde mental.
Historicamente, os Milennials foram influenciados pela ascensão da intenet e da globalização. Se por um lado isso truxe uma maior consciência social e facilidade de conexão, por outro, estabeleceu a cultura de comparação constante. Através das redes sociais, a influência do mundo se manifesta em uma pressão invisível para que se atinja o sucesso em todas as esferas profissionais, fisíca e social em tempo recorde, geranddo uma sensação de insuficiência diante de vidas editada em telas.
Além disso, a influência econômica foi determinada. Diferente das gerações anteriores, a geração Y lida com um mercado de trabalho mais instável e um custo de vida elevado, o que forçou a romantização do esforço extremo. A ideia de que é preciso estar disponível 24 horas por dia transformou o trabalho em identidade, negligenciando o descanso e o lazer, o que resultou em índices alarmantes de ansiedade e exaustã. É necessário que as estruturas corporativas e socias reconheçam que o valor de um indivíduo não pode estar atrelado apenas à sua capacidade de produção.
Diante disso, o que precisa mudar é a prorização da saúde mental sobre a métrica de desempenho. É fundamental que haja uma desconexão consciente do mundo virtual para o fortalecimento de laços reais, além de uma restruturação nas dinâmicas de trabalho que valorizam o equilíbrio. As empresas e a própria sociedade devem entender que a produtividade não deve custar a saúde física e psicológica do indivíduo.